O Pavilhão Central Postado dia 14 de Julho, 2008 em Informações

O «Pavilhão Central» ocupa uma vasta e confortável área coberta, onde não faltam zonas de descanso. Este espaço é mais do que um espaço de convívio é, sobretudo, um lugar para troca de opiniões, onde estão patentes as grandes exposições políticas e temáticas e acolhe a Bienal de Artes Plásticas.

AS ARTES NA FESTA FESTA E A ARTE

Muitas vezes quando falamos das artes na “Festa do Avante!” Estamos a referir-nos à Bienal de Artes Plásticas, a esse encontro bienalmente marcado entre os visitantes da Festa e as obras de inúmeros artistas que assim encontram um público disponível e atento. Esse encontro que é para muitos o primeiro encontro, ou o equivalente a uma experiência de renovado encontro, diz alguma coisa sobre quem o promove: um Partido que valoriza arte e o trabalho criador, assim como o direito de todos à fruição e à criação artística. Mas não é só a Bienal que nos fala disso. Coralmente, é sempre ainda disso que nos falam a música ou as músicas, desde a música erudita às várias formas de música popular; desde o teatro ao cinema; desde as feiras do livro à palavra do poema, dita em voz alta ou desenhada numa parede, à dança executada num palco ou explodindo, aqui e ali, nas ruas desta cidade que, sendo efémera, regressa ciclicamente. Dessa cidade, que é efémera e, contudo, constante; como um desafio lançado para sempre e uma promessa renovadamente mantida.
E tudo é mas forte e profundo, porque não só as artes especializadamente profissionas têm lugar de encontro marcado na festa, mas porque todo o trabalho de construção, desde a gestão do terreno à concepção e à decoração dos espaços, tende para a festa, para a habitação desta cidade, tende para o operar segundo a beleza, tende para a arte enquanto livre jogo das forças do humano.


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